3 razões por que seu ambiente do trabalho não vai ser mais o mesmo

Penso que o conceito “Você S.A.” (não o da revista e sim aquele em que o profissional se vê pleno de capacidades e atribuições, pronto para compartilha-las em prol de um bem comum, seja em que âmbito for) vem ganhando cada vez mais espaço no dia-a-dia das empresas. Como mencionado na matéria abaixo da GQ, “agora a pegada é mais conectada e colaborativa”. Ainda bem!

Diretor da WeWork no Brasil dá a letra sobre como o conceito de escritório vai ser reinventado no futuro próximo

Lucas Mendes, diretor da WeWork no Brasil (Foto: Divulgação)

O espaço de trabalho vai sofrer grandes mudanças na próxima década, aponta Lucas Teixeira, diretor da WeWork no Brasil. E não vai ficar só no home-office, puffs e fliperamas no escritório. 

Teixeira, 30, está em uma posição interessante para discutir o tema. Líder da empresa novaiorquina de coworking no país, o jovem empresário chefia uma operação que oferece espaços compartilhados para clientes que vão desde funcionários autônomos, até pequenas empresas e gigantes como Facebook e a consultoria McKinsey. Pelo mundo afora são mais de 180 mil membros. É gente interessada em erguer um novo tipo de infraestrutura produtiva, divorciada em definitivo da ideia do trabalho na era industrial. Nada de funcionários encerrados em cubículos apenas focados na sua produção. Agora a pegada é mais colaborativa e conectada. Abaixo listamos alguns sinais deste novo tempo, segundo Lucas Teixeira. Continue Reading

4 grandes tendências de marketing de 2017 que você precisa conhecer

por Gabriela Jungblut

4 grandes tendências de marketing de 2017 que você precisa conhecer

Você não tem a impressão de que sempre há alguma novidade no mundo do marketing? Uma atualização do algoritmo de pesquisa do Google, um recurso inovador responsável por repaginar completamente as redes sociais, uma nova ferramenta para engajar clientes… a lista é imensa.

Com tantas novidades, não é de se espantar que os empreendedores e anunciantes tenham dificuldades em acompanhar o passo.

É por isso que devemos prestar atenção ao movimento completo de uma tendência – e não aos pequenos anúncios e lançamentos de um setor. Lembre-se: por mais que você não tenha uma bola de cristal para prever o sucesso de uma tendência, ao menos saberá o caminho que deve seguir.

Você já sabe quais são as maiores tendências de marketing para o ano de 2017?

1. Transmissões ao vivo: a receita revolucionária para o engajamento de clientes

Com as transmissões ao vivo, você pode compartilhar todos os detalhes de uma experiência com um público diverso – e esse público, por sua vez, pode comentar e participar da experiência em tempo real.

Há poucos anos, o Periscope e o Meerkat eram os aplicativos mais inovadores do mercado. O motivo? Eles foram os primeiros a oferecer o recurso da transmissão ao vivo.

Hoje, a transmissão ao vivo é um recurso presente na maioria das grandes plataformas, como o Facebook, o Twitter, o Instagram e o YouTube. Além disso, existem opções específicas para mercados de nicho, como o Twitch e o Mixer (o antigo Beam), criados para a indústria de jogos – que, só no Brasil, já conta com 59,2 milhões de jogadores.

De transmissões de partidas inteiras de um jogo até sessões de perguntas e respostas, podemos perceber que as marcas e os criadores de conteúdo estão cada vez mais criativos com esse recurso – permitindo, inclusive, que os jogadores façam perguntas e guiem o curso da transmissão. Esse processo inovador revolucionou a maneira como os clientes se relacionam com uma marca, especialmente se comparado a um vídeo normal (além disso, é possível rever as transmissões ao vivo, o que aumenta o número de clientes).

As transmissões ao vivo têm uma natureza bastante variada, já que podem ser vídeos caseiros e tremidos que focalizam exclusivamente a cara de uma pessoa, ou então uma verdadeira produção, na qual marcas e criadores investem tempo e dinheiro no conceito e na produção.

Veja abaixo um exemplo de transmissão ao vivo que contabilizou 2,9 milhões de visualizações. Publicado pela Super Deluxe, o vídeo em questão durava horas e mostrava vários hand spinners sendo destruídos.

fidget spinner super deluxe

2. A importância do micro influenciador

O marketing de influência é uma tendência antiga.

A partir do momento em que democratizamos a construção de públicos-alvo, os criadores de conteúdo (como YouTubers, bloggers e personalidades do Instagram) passaram a conquistar números impressionantes de seguidores – e hoje, desfrutam de um status que antes era reservado apenas para celebridades reais.

Contudo, os micro influenciadores (celebridades com menos de 100 mil seguidores) também estão chamando a atenção de marcas e lojas. O motivo? Enquanto os influenciadores famosos no Brasil cobram entre R$ 50 mil e R$ 150 mil por campanha no YouTube, os micro influenciadores com menos seguidores cobram bem menos: entre R$ 1 mil e R$ 5 mil.

Além disso, os micro influenciadores costumam contar com seguidores mais engajados do que as personalidades de alto escalão das redes sociais.

E não são só as marcas que perceberam isso. Nos Estados Unidos, a FTC já estipulou novas diretrizes para a publicação de conteúdo pago – e o Instagram também já anunciou planos de aumentar a transparência no que diz respeito a colaborações entre marcas e influenciadores, sinalizando no app as publicações dessa natureza.

Hoje, o mercado já conta com diversas plataformas de marketing de influência, prontas para ajudar você a encontrar o micro influenciador mais adequado para a sua marca.

Fonte: Whalar

3. O conteúdo efêmero veio para ficar

O Snapchat foi o primeiro a inaugurar o nosso mais recente vício: as “Stories”, conteúdos de imagem ou vídeo que se autodestroem após 24 horas.

Ainda que nem todos tenham aderido de primeira a essa moda, é importante retomar a natureza premeditada e calculada de grande parte das atividades e publicações das redes sociais: um formato mais efêmero e descontraídocomo o das Stories permite que os usuários revelem uma personalidade mais verdadeira, uma vez que foge do espaço tradicional de outras publicações.

Agora que o Facebook conseguiu levar esse recurso de sucesso para o Instagram, a plataforma de compartilhamento de imagens virou um gigante de peso: desde o mês de abril, mais de 200 milhões de usuários ativos usam a plataforma para compartilhar suas Stories.

Por mais que o Snapchat tenha recentemente lançado o SnapMaps, recurso que permite assistir Stories de todo o mundo, a versão do Instagram parece ser mais agradável aos olhos dos usuários.

No Instagram, as Stories podem ser vistas na guia Explorar (por isso, marque a sua localização em todas as fotos e Stories) – o que também aumenta o alcance do seu perfil. Além disso, outros usuários podem “mencionar” a sua conta em suas Stories, atraindo novos clientes.

Outro recurso que está sendo lançado são os links clicáveis para as imagens e vídeos das Stories – algo extremamente inovador e necessário, se pensarmos que até agora a maioria de nós só conta com um único link dentro do limitadíssimo espaço do perfil.

E o Snapchat não quer comer mosca: a empresa anunciou uma atualização similar, que permitirá a inclusão de links clicáveis nos Snaps. Esses links, por sua vez, serão abertos no navegador do próprio app.

Lembre-se: não se trata apenas de atrair a atenção dos clientes, mas sim de usar esse recurso para aumentar o tráfego do seu site.

4. A popularização do atendimento virtual ao cliente

Uma vez que as pessoas têm passado mais tempo nos apps de bate-papo do que em outras redes sociais, não é de se espantar que esses apps tenham se ajustado às demandas e hoje ofereçam muito mais do que uma simples conversa entre amigos ou um canal para marcar uma cerveja.

O Facebook Messenger, por exemplo, se tornou um excelente canal de atendimento aos clientes justamente porque parece oferecer uma maneira mais pessoal de comunicação do que os e-mails – além de ser mais rápido do que aguardar na linha telefônica.

Por mais que os chatbots tragam a automatização de muitos processos repetitivos e a criação de ferramentas e jogos que podem ajudar em uma conversa com os clientes, nada se compara a uma interação humana – e é aqui que o comércio conversacional se destaca.

Se você já tem uma loja na Shopify, esse processo pode ser bem simples: basta ativar o Facebook Messenger e começar a notificar seus clientes sobre o status dos pedidos (ou responder qualquer dúvida que eles possam ter).

Outro recurso bastante famoso do Instagram, o Direct, também permite o envio de links. Para quem é lojista, isso significa que é ainda mais fácil aumentar as vendas e aperfeiçoar o atendimento ao cliente no Instagram.

Qual será a próxima tendência?

Todos nós sabemos que as quatro tendências listadas acima não apareceram da noite para o dia – mas que na verdade demoraram anos para se consolidarem como tendências relevantes. É por isso mesmo que hoje elas podem ser adotadas por empresas de todos os tamanhos.

Por mais que seja importante não se deixar levar por todas as pequenas novidades do mundo do marketing, as tendências acima indicam alguns caminhos para o futuro de marcas e clientes. A pergunta, portanto, é inevitável: Qual será a próxima tendência?

Nós queremos saber a sua opinião nos comentários abaixo: quais são as tendências mais relevantes? Qual é a sua dica para outros colegas empreendedores?

17 Gatilhos Mentais para você dominar a arte da persuasão e alavancar suas vendas (Parte 2)

Veja abaixo a segunda parte da matéria sobre os gatilhos mentais escrita por Henrique Carvalho no Viver de Blog. A primeira parte desta matéria está num post abaixo. Para ver as duas matérias em sua publicação original clique aqui.

 

Você tem se sentido cansado ultimamente? É provável que sim. Essa tem sido uma constante das nossas rotinas cada vez mais atarefadas.

Dias com as mesmas 24h de sempre parecem estar acabando antes de tudo o que realmente gostaríamos de fazer.

Tomar muitas decisões durante o dia nos deixa ainda mais exaustos, em especial mentalmente. Esse é o conceito de fadiga mental, quando nosso cérebro está cansado de tomar decisões…

Inclusive, você sabe por que o Steve Jobs sempre usava a mesma calça jeans com a “famosa” camisa preta? (Em seu guarda-roupa, Jobs tinha mais de 100 modelos de calça jeans azuis).

Parece surreal, mas ele procurava diminuir sua fadiga mental usando sempre o mesmo estilo de roupa. Uma decisão a menos para tomar.

Pensando nessas decisões e suas complexidades envolvidas, resolvemos escrever sobre gatilhos mentais: mecanismos psíquicos que auxiliam nas tomadas de decisões do dia a dia.

Na parte I dessa série sobre gatilhos mentais, você aprendeu a dominar a arte da persuasão e aumentar suas vendas através da:

  1. Escassez
  2. Urgência
  3. Autoridade
  4. Reciprocidade
  5. Prova Social
  6. Porque
  7. Antecipação
  8. Novidade
  9. Relação Dor x Prazer

Chegou a hora de você conhecer mais 8 gatilhos mentais para melhorar a comunicação com seu público, tornando-a mais persuasiva. Mas antes… Aproveito para lembrar esse ótimo comentário do nosso leitor Antonio Neres:

Vender é mais do que convencer o prospecto a comprar, mas uma relação de troca, onde todos ganham, e persuadir é a arte de ajudar o prospecto a dizer sim para ele mesmo.

Pronto para conhecer a psicologia por trás de 8 gatilhos mentais com casos de sucesso e exemplos práticos para seu negócio? Então vamos lá! Continue lendo esse artigo. Nele você vais conhecer os seguintes gatilhos mentais:

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17 Gatilhos Mentais para você dominar a arte da persuasão e alavancar suas vendas (Parte 1)

Matéria muito bacana e completa escrita por Henrique Carvalho no Viver de Blog sobre os gatilhos mentais. Veja a matéria completa abaixo ou clique aqui para ver o post original.

 

Você sabe o que são e para que servem os gatilhos mentais? Bom, imagine que você esteja com um problema e possui duas alternativas para resolvê-lo e, aparentemente, está em dúvida sobre qual decisão tomar.

Faça algo simples: jogue uma moeda para o alto. Não que a moeda vá decidir por você, mas nos instantes que ela estiver no ar, você vai saber para o que está torcendo. E sabe por que isso acontece?

Porque todas as nossas decisões são tomadas, primeiro, no inconsciente, e só depois vêm à consciência, normalmente acompanhadas de uma justificativa racional. Um estudo realizado pela Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) mostrou que o ato de escolher pode ser dividido em três partes:

  1. Seu cérebro decide o que você vai fazer;
  2. Essa decisão aparece na sua consciência, o que transmite a sensação de que você está tomando a decisão de forma racional;
  3. Você age de acordo com a decisão tomada

Pode parecer estranho, mas na realidade existe um número enorme de decisõesque nosso cérebro toma e executa sem informar à nossa consciência.

Quando decidimos caminhar, por exemplo, a decisão é consciente, mas logo em seguida o cérebro assume o controle e coordena a ação de dezenas de músculos nas pernas e braços, garantindo que demos um passo, e depois outro e assim sucessivamente.

Algumas decisões do nosso dia a dia são simples e demandam pouca energia do nosso cérebro. No entanto, outras, como comprar um imóvel, são mais complexas e exigem mais esforço mental. Mas, imagine se, para toda decisão complexa, seu cérebro tivesse que analisar minuciosamente cada aspecto da situação.

O cansaço mental seria uma constante em nossas vidas. Porém, nosso sistema nervoso possui um mecanismo de filtragem para validar as nossas escolhas. E é aí que entram os gatilhos mentais.

Eles são diretrizes que o nosso cérebro adota para não precisar fazer todo um trabalho de reflexão a cada tomada de decisão. Isso quer dizer que, ao aplicar os gatilhos mentais de forma correta, você é capaz de engajar as pessoas, motivando-as a agir.

Continue lendo esse artigo e  você conhecerá 9 dos 17 gatilhos mentais que apresentaremos aqui no Viver de Blog e como usar cada um deles em seu negócio e até na sua vida pessoal. São eles:

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12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Por Resultados Digitais
Ao estudar esses escritores e suas principais obras, você consegue dar um passo na carreira para chegar mais perto de onde eles chegaram.

Este não é um post com dicas para fazer marketing.

Aqui não falaremos da importância do marketing para as empresas.

Também não escreveremos nenhum passo a passo, nem oferecer tutoriais.

A proposta é ensinar por meio de uma outra ótica: aprendendo com os melhores, com os autores de marketing mais lidos na história recente.

Quem trabalha com marketing vai reconhecer alguns dos nomes que citaremos no texto.

Todas as obras que selecionamos aqui foram escritas pelas maiores feras de suas áreas.

Eles não são necessariamente profissionais de marketing por formação. O que os une é a maneira como seus trabalhos impactaram o mundo do marketing, deixando verdadeiras lições para quem atua na área.

E o sucesso que fizeram não foi em vão: escolhemos 12 livros que se tornaram referências no mercado quando o assunto é divulgar uma marca, conquistar o público-alvo e criar relacionamento com os clientes.

Sem mais delongas, confira nossa seleção dos autores de marketing mais lidos nos últimos tempos e suas principais obras.

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Guia rápido do suporte ao consumidor 3.0

Escrito por Wittel

O Consumidor mudou e é claro que você percebeu, já que também é consumidor. Nós mudamos. Mudamos nossa maneira de comprar, nos tornamos mais exigentes e impacientes em relação ao atendimento, queremos produtos e serviços que atendam às nossas necessidades e expectativas. E queremos agora, do jeito mais rápido e eficiente possível. E se não conseguirmos, vamos pras redes sociais colocar a boca no trombone. Estamos preparados para atender este novo cliente? Leia abaixo uma matéria interessante do site Wittel.

Diante de um cenário em que consumidores estão cada vez mais integrados às tecnologias — e menos pacientes para tempo de respostas de atendimento —, empresas correm atrás de soluções que atendam essa demanda, indo além do SAC 3.0 e das redes sociais.

As relações entre consumidor, produto e empresas estão cada vez mais estreitas. Atualmente, a satisfação ou a insatisfação de um cliente com o produto/serviço comprado é facilmente divulgada em diversos canais de comunicação e, em alguns casos, pode tomar proporções incontroláveis.

Tal fator pode ser de grande valia para as empresas quando a avaliação de seus produtos é positiva. Entretanto, quando negativa, o estrago para a imagem e reputação dessa mesma empresa também é enorme.

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COMO CRIAR UMA MARCA PARA SUA EMPRESA (SEM FALIR)

A Marca de uma empresa é o seu maior patrimônio. Entretanto, é comum os empreendedores, em meio às tantas tarefas e desafios de abrirem um negócio, não darem a devida importância não só à criação da marca propriamente dita mas, principalmente, ao seu posicionamento no mercado onde atua. Veja abaixo um artigo muito interessante sobre construção de marca de autoria do site freelogoservices.com

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GETTY IMAGES

Saber como criar uma marca para sua empresa, também conhecido como branding, é a base de uma boa estratégia de vendas, pois te diz quem segmentar e como apresentar seus produtos.

Quando apresentados a escolhas, os clientes rapidamente descartam os produtos que não se encaixam em suas expectativas.

Criar uma marca para sua empresa coloca combustível no seu discurso de vendas. O branding é a soma de tudo o que você faz e a experiência que você cria para os clientes.

As pessoas compram mais frequentemente contigo se elas acreditam nos valores da sua marca e confiam que você faz bons produtos.

Diferentemente de grandes empresas, você não tem que gastar muito dinheiro para construir fidelidade. Criar uma marca é cumprir as suas promessas.

Como um proprietário de pequena empresa, você possui a vantagem de conhecer os seus clientes e conversar com eles um a um.

Se você quer que os seus clientes continuem voltando, aqui está como criar uma marca para a sua empresa com um orçamento apertado.

Refine a sua identidade de marca

As empresas de todos os tamanhos podem ter sucesso no mesmo mercado, pois elas servem a pessoas diferentes. Se você dá personalidade a sua marca, você atrai clientes que gostam do que você faz.

Faça uma análise SWOT para descobrir o que faz a sua empresa única, e considere os seguintes pontos:

  • Forças: Liste traços e habilidades que te dão uma vantagem sobre os seus competidores. Você possui conhecimento especializado? Materiais de alta qualidade? Métodos de produção ecológicos?
  • Fraquezas: Liste áreas onde você pode melhorar e traços que te colocam em desvantagem. Os seus preços são maiores que os da concorrência? Você possui uma menor seleção de produtos? Tempos de entrega mais longos? Grandes lacunas de experiência? Limitações financeiras?
  • Oportunidades: Pense em formas que você pode usar as suas forças para criar uma melhor experiência do cliente que os seus concorrentes. Você oferece serviços que não estão prontamente disponíveis em sua área? Você oferece mais flexibilidade e conveniência?
  • Ameaças: Liste obstáculos externos que poderiam te atrapalhar em alcançar metas de negócios. Pense a respeito de tendências na indústria ou economia que poderiam ferir o seu negócio. Continue Reading

Nostalgia está no coração de marcas e consumidores

Que a onda retrô voltou com tudo não há dúvida. Por todos os lados o que se vê é um verdadeiro ‘revival’ de produtos, músicas, roupas, brinquedos e até mesmo cortes de cabelo. Veja abaixo uma matéria muito interessante sobre o tema publicada no site da revista Meio & Mensagem.

Para despertar o saudosismo de antigos clientes e conquistar novos fãs, empresas relançam produtos e resgatam seus valores retrô.

Por Karina Julio (veja a matéria original no site da M&M clicando aqui)

7 de março de 2017

Surpresa-OvodePascoa

Nestlé relançou o chocolate Surpresa em edição limitada de ovo de Páscoa (crédito: divulgação)

lembrança daquele produto que todo mundo comprava na infância ou que há muitos anos desapareceu das gôndolas é a nova carta na manga para as marcas. Num mundo tomado pela tecnologia e inovação, a nostalgia e o resgate de elementos antigos ganharam um novo valor, e o marketing não fica de fora. Os últimos meses foram marcados, por exemplo, pelo lançamento de um novo console da Nintendo, o relançamento do chocolate Surpresa e uma nova versão do Nokia 3310 – sim, aquele do jogo da cobrinha.

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Os ensinamentos de Anitta sobre branding

Você pode até não ser fã da Anitta mas não há negar que ela trabalhe muitíssimo bem o seu branding. Em seu processo de construção de marca, a cantora mescla frequência, inovação e visão multiplataforma; sua última ação foi espalhar peças de xadrez pelo Brasil

Veja a matéria de Luiz Gustavo Pacete em sua versão original na M&M clicando aqui.

4 de setembro de 2017 – 7h26

Peças de xadrez com a marca da cantora foram espalhadas por várias cidades brasileiras

No mês de maio, o lançamento do clipe Paradinha, de Anitta, e sua aparição no programa The Tonight Show, de Jimmy Fallon, inaugurava uma nova fase da carreira da cantora em um processo de construção de marca internacional. Na ocasião, a parceria com a marca Cheetos, da PepsiCo, e com a Samsung, que apareceram com ações no clipe, também chamava a atenção do mercado publicitário para oportunidades em relação a sua imagem.

Anitta todo mês é estratégia recomendada pelo YouTube

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8 regras básicas para um cartão de visitas elegante

POR RODRIGO CAPELO EM GQ

Tudo depende das características da pessoa, da empresa e do mercado em que elas estão inseridas, mas o bê-a-bá é quase sempre o mesmo para não passar uma imagem negativa

Cena de "Psicopata Americano" (Foto: Reprodução)

O cartão de visitas é um minicurrículo. Em encontros profissionais, reuniões ou eventos, é ele que causa a primeira impressão sobre você, que te identifica  e que pode abrir oportunidades para tua carreira ou para tua empresa. Elegância, neste caso, é decisiva.
O que pega bem e o que pega mal varia de caso para caso. Tenha em mente o seguinte: tudo depende da sua identidade, da forma como sua empresa se apresenta e do mercado no qual ela está inserida. Uma mente criativa de uma agência de publicidade tem mais liberdade para inovar em cores e ilustrações. Para um advogado de um escritório, sobriedade é essencial.

Também conta quem vai receber o cartão. Se for um jornalista, alguém que acumule pilhas, um cartãozinho ou um cartãozão podem atrapalhar. “Tudo depende dessas caraterísticas”, avalia Maria Paula Teixeira Flocke, sócia-diretora da Casa das Três Design Estratégico, agência especializada em branding. Um trabalho de construção de marca, que evidentemente envolve muito mais do que a confecção do cartão de visitas, custa entre R$ 60 mil e R$ 300 mil.

Mas há algumas regrinhas que valem para a maioria dos casos. Conversamos com Célia Leão, consultora em etiqueta empresarial, e montamos um bê-a-bá do cartão de visitas.
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