17 Gatilhos Mentais para você dominar a arte da persuasão e alavancar suas vendas (Parte 1)

Matéria muito bacana e completa escrita por Henrique Carvalho no Viver de Blog sobre os gatilhos mentais. Veja a matéria completa abaixo ou clique aqui para ver o post original.

 

Você sabe o que são e para que servem os gatilhos mentais? Bom, imagine que você esteja com um problema e possui duas alternativas para resolvê-lo e, aparentemente, está em dúvida sobre qual decisão tomar.

Faça algo simples: jogue uma moeda para o alto. Não que a moeda vá decidir por você, mas nos instantes que ela estiver no ar, você vai saber para o que está torcendo. E sabe por que isso acontece?

Porque todas as nossas decisões são tomadas, primeiro, no inconsciente, e só depois vêm à consciência, normalmente acompanhadas de uma justificativa racional. Um estudo realizado pela Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) mostrou que o ato de escolher pode ser dividido em três partes:

  1. Seu cérebro decide o que você vai fazer;
  2. Essa decisão aparece na sua consciência, o que transmite a sensação de que você está tomando a decisão de forma racional;
  3. Você age de acordo com a decisão tomada

Pode parecer estranho, mas na realidade existe um número enorme de decisõesque nosso cérebro toma e executa sem informar à nossa consciência.

Quando decidimos caminhar, por exemplo, a decisão é consciente, mas logo em seguida o cérebro assume o controle e coordena a ação de dezenas de músculos nas pernas e braços, garantindo que demos um passo, e depois outro e assim sucessivamente.

Algumas decisões do nosso dia a dia são simples e demandam pouca energia do nosso cérebro. No entanto, outras, como comprar um imóvel, são mais complexas e exigem mais esforço mental. Mas, imagine se, para toda decisão complexa, seu cérebro tivesse que analisar minuciosamente cada aspecto da situação.

O cansaço mental seria uma constante em nossas vidas. Porém, nosso sistema nervoso possui um mecanismo de filtragem para validar as nossas escolhas. E é aí que entram os gatilhos mentais.

Eles são diretrizes que o nosso cérebro adota para não precisar fazer todo um trabalho de reflexão a cada tomada de decisão. Isso quer dizer que, ao aplicar os gatilhos mentais de forma correta, você é capaz de engajar as pessoas, motivando-as a agir.

Continue lendo esse artigo e  você conhecerá 9 dos 17 gatilhos mentais que apresentaremos aqui no Viver de Blog e como usar cada um deles em seu negócio e até na sua vida pessoal. São eles:

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12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Por Resultados Digitais
Ao estudar esses escritores e suas principais obras, você consegue dar um passo na carreira para chegar mais perto de onde eles chegaram.

Este não é um post com dicas para fazer marketing.

Aqui não falaremos da importância do marketing para as empresas.

Também não escreveremos nenhum passo a passo, nem oferecer tutoriais.

A proposta é ensinar por meio de uma outra ótica: aprendendo com os melhores, com os autores de marketing mais lidos na história recente.

Quem trabalha com marketing vai reconhecer alguns dos nomes que citaremos no texto.

Todas as obras que selecionamos aqui foram escritas pelas maiores feras de suas áreas.

Eles não são necessariamente profissionais de marketing por formação. O que os une é a maneira como seus trabalhos impactaram o mundo do marketing, deixando verdadeiras lições para quem atua na área.

E o sucesso que fizeram não foi em vão: escolhemos 12 livros que se tornaram referências no mercado quando o assunto é divulgar uma marca, conquistar o público-alvo e criar relacionamento com os clientes.

Sem mais delongas, confira nossa seleção dos autores de marketing mais lidos nos últimos tempos e suas principais obras.

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Guia rápido do suporte ao consumidor 3.0

Escrito por Wittel

O Consumidor mudou e é claro que você percebeu, já que também é consumidor. Nós mudamos. Mudamos nossa maneira de comprar, nos tornamos mais exigentes e impacientes em relação ao atendimento, queremos produtos e serviços que atendam às nossas necessidades e expectativas. E queremos agora, do jeito mais rápido e eficiente possível. E se não conseguirmos, vamos pras redes sociais colocar a boca no trombone. Estamos preparados para atender este novo cliente? Leia abaixo uma matéria interessante do site Wittel.

Diante de um cenário em que consumidores estão cada vez mais integrados às tecnologias — e menos pacientes para tempo de respostas de atendimento —, empresas correm atrás de soluções que atendam essa demanda, indo além do SAC 3.0 e das redes sociais.

As relações entre consumidor, produto e empresas estão cada vez mais estreitas. Atualmente, a satisfação ou a insatisfação de um cliente com o produto/serviço comprado é facilmente divulgada em diversos canais de comunicação e, em alguns casos, pode tomar proporções incontroláveis.

Tal fator pode ser de grande valia para as empresas quando a avaliação de seus produtos é positiva. Entretanto, quando negativa, o estrago para a imagem e reputação dessa mesma empresa também é enorme.

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COMO CRIAR UMA MARCA PARA SUA EMPRESA (SEM FALIR)

A Marca de uma empresa é o seu maior patrimônio. Entretanto, é comum os empreendedores, em meio às tantas tarefas e desafios de abrirem um negócio, não darem a devida importância não só à criação da marca propriamente dita mas, principalmente, ao seu posicionamento no mercado onde atua. Veja abaixo um artigo muito interessante sobre construção de marca de autoria do site freelogoservices.com

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GETTY IMAGES

Saber como criar uma marca para sua empresa, também conhecido como branding, é a base de uma boa estratégia de vendas, pois te diz quem segmentar e como apresentar seus produtos.

Quando apresentados a escolhas, os clientes rapidamente descartam os produtos que não se encaixam em suas expectativas.

Criar uma marca para sua empresa coloca combustível no seu discurso de vendas. O branding é a soma de tudo o que você faz e a experiência que você cria para os clientes.

As pessoas compram mais frequentemente contigo se elas acreditam nos valores da sua marca e confiam que você faz bons produtos.

Diferentemente de grandes empresas, você não tem que gastar muito dinheiro para construir fidelidade. Criar uma marca é cumprir as suas promessas.

Como um proprietário de pequena empresa, você possui a vantagem de conhecer os seus clientes e conversar com eles um a um.

Se você quer que os seus clientes continuem voltando, aqui está como criar uma marca para a sua empresa com um orçamento apertado.

Refine a sua identidade de marca

As empresas de todos os tamanhos podem ter sucesso no mesmo mercado, pois elas servem a pessoas diferentes. Se você dá personalidade a sua marca, você atrai clientes que gostam do que você faz.

Faça uma análise SWOT para descobrir o que faz a sua empresa única, e considere os seguintes pontos:

  • Forças: Liste traços e habilidades que te dão uma vantagem sobre os seus competidores. Você possui conhecimento especializado? Materiais de alta qualidade? Métodos de produção ecológicos?
  • Fraquezas: Liste áreas onde você pode melhorar e traços que te colocam em desvantagem. Os seus preços são maiores que os da concorrência? Você possui uma menor seleção de produtos? Tempos de entrega mais longos? Grandes lacunas de experiência? Limitações financeiras?
  • Oportunidades: Pense em formas que você pode usar as suas forças para criar uma melhor experiência do cliente que os seus concorrentes. Você oferece serviços que não estão prontamente disponíveis em sua área? Você oferece mais flexibilidade e conveniência?
  • Ameaças: Liste obstáculos externos que poderiam te atrapalhar em alcançar metas de negócios. Pense a respeito de tendências na indústria ou economia que poderiam ferir o seu negócio. Continue Reading

Nostalgia está no coração de marcas e consumidores

Que a onda retrô voltou com tudo não há dúvida. Por todos os lados o que se vê é um verdadeiro ‘revival’ de produtos, músicas, roupas, brinquedos e até mesmo cortes de cabelo. Veja abaixo uma matéria muito interessante sobre o tema publicada no site da revista Meio & Mensagem.

Para despertar o saudosismo de antigos clientes e conquistar novos fãs, empresas relançam produtos e resgatam seus valores retrô.

Por Karina Julio (veja a matéria original no site da M&M clicando aqui)

7 de março de 2017

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Nestlé relançou o chocolate Surpresa em edição limitada de ovo de Páscoa (crédito: divulgação)

lembrança daquele produto que todo mundo comprava na infância ou que há muitos anos desapareceu das gôndolas é a nova carta na manga para as marcas. Num mundo tomado pela tecnologia e inovação, a nostalgia e o resgate de elementos antigos ganharam um novo valor, e o marketing não fica de fora. Os últimos meses foram marcados, por exemplo, pelo lançamento de um novo console da Nintendo, o relançamento do chocolate Surpresa e uma nova versão do Nokia 3310 – sim, aquele do jogo da cobrinha.

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8 regras básicas para um cartão de visitas elegante

POR RODRIGO CAPELO EM GQ

Tudo depende das características da pessoa, da empresa e do mercado em que elas estão inseridas, mas o bê-a-bá é quase sempre o mesmo para não passar uma imagem negativa

Cena de "Psicopata Americano" (Foto: Reprodução)

O cartão de visitas é um minicurrículo. Em encontros profissionais, reuniões ou eventos, é ele que causa a primeira impressão sobre você, que te identifica  e que pode abrir oportunidades para tua carreira ou para tua empresa. Elegância, neste caso, é decisiva.
O que pega bem e o que pega mal varia de caso para caso. Tenha em mente o seguinte: tudo depende da sua identidade, da forma como sua empresa se apresenta e do mercado no qual ela está inserida. Uma mente criativa de uma agência de publicidade tem mais liberdade para inovar em cores e ilustrações. Para um advogado de um escritório, sobriedade é essencial.

Também conta quem vai receber o cartão. Se for um jornalista, alguém que acumule pilhas, um cartãozinho ou um cartãozão podem atrapalhar. “Tudo depende dessas caraterísticas”, avalia Maria Paula Teixeira Flocke, sócia-diretora da Casa das Três Design Estratégico, agência especializada em branding. Um trabalho de construção de marca, que evidentemente envolve muito mais do que a confecção do cartão de visitas, custa entre R$ 60 mil e R$ 300 mil.

Mas há algumas regrinhas que valem para a maioria dos casos. Conversamos com Célia Leão, consultora em etiqueta empresarial, e montamos um bê-a-bá do cartão de visitas.
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“Não adianta gastar com propaganda e não cuidar do PDV”

Opinião é de Luiza Helena Trajano, fundadora do Magazine Luiza, que debateu a importância do PDV ao lado de Renata Moraes, do Grupo CRM

Bárbara Sacchitiello em Meio e Mensagem

25 de outubro de 2017 – 16h30

Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, participa de painel ao lado de Renata Moraes, CMO do Grupo CRM (Crédito: Divulgação)

Ter uma relação próxima e duradoura com os consumidores é o maior anseio de grande parte das marcas de varejo. Por essa razão, as empresas do setor geralmente figuram entre as campeãs de investimento em publicidade. Mas adianta investir dinheiro em construir uma percepção positiva se na hora em que o cliente vai até a loja ele se depara com problemas e decepções?

5 dados relevantes sobre Marketing de Conteúdo no Brasil em 2017

Saiba como as empresas brasileiras estão fazendo Marketing de Conteúdo e obtenha insights a partir da pesquisa Content Trends, respondida por 3650 pessoas de todo o país.

O que esperar do Marketing de Conteúdo em 2017? E como as empresas brasileiras têm utilizado a metodologia? Para responder a questões como essas, a Rock Content lançou a terceira edição da pesquisa Content Trends, que contém informações para empresas que desejem alcançar sucesso com o Marketing de Conteúdo.Realizada por meio de um questionário online entre os dias 2 e 16 de maio de 2017, o questionário contou com a participação de 3650 respondentes de todo o país. O formulário foi enviado para 80.000 pessoas e promovido nas redes sociais da empresa.A primeira edição da Content Trends, em 2015, ajudou a conhecer mais sobre as estratégias de Marketing de Conteúdo — na época, os estudos sobre o mercado ainda eram pouco explorados no Brasil. Já na segunda edição, o foco era entender as tendências dessa prática no país e como a sua adoção evoluiu ao longo dos anos.Nesta terceira edição, a pesquisa retoma alguns resultados já conhecidos nas versões anteriores, e explora mais a fundo algumas informações para oferecer um estudo mais completo.O segmento de agências de marketing/publicidade foi o que apresentou maior taxa de participação dos respondentes da pesquisa (31,2%). Negócios na área de educação e software/cloud/SaaS também representaram uma presença significativa no estudo, com 10,3% e 8,9%, respectivamente.Separamos 5 tendências apontadas pela pesquisa, que pode ser baixada na íntegra neste link. Continue Reading

Menos marca e mais “customer experience”. O fim da fidelidade às marcas?

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Por Adriano Araújo – Diretor-Geral da Symphony EYC no Brasil (veja a matéria original no site Meio e Mensagem)

Consumidores estão cada vez mais fiéis a experiências. Menos marca e mais “customer experience”.

10 de outubro de 2017 – 16h55

Os consumidores estão mesmo ficando menos fiéis às marcas? As evidências ainda não são conclusivas, mas algumas mudanças de comportamento devem preocupar a todos nós, profissionais de marketing.

Um estudo recente com as cem maiores marcas de bens de consumo nos Estados Unidos mostrou que 90 delas demonstraram perda de market share. Isso mesmo: 90% delas enfrentam problemas no mercado.

Sabemos também que a atitude em relação a este contexto varia de acordo com a geração. Os millennials (de 19 a 35 anos) tendem a valorizar mais o preço do que a marca, mas nem tudo é uma questão de ser apenas o mais barato. Existe a busca mesmo do “value for money”.

Isso significa que os millennials não são fiéis? Talvez não. Sessenta e nove por cento deles participam de pelo menos um programa de fidelidade e se dizem felizes com ele.

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Contratar uma agência de Marketing ou investir numa equipe interna?

Contratar agência de Marketing ou investir em uma equipe interna?

O marketing digital transforma-se em alta velocidade. De forma sempre dinâmica, pode transformar conceitos do dia para a noite e trazer novas ideias para os holofotes. É o papel dos profissionais de marketing, portanto, captar estas novidades e saber os melhores caminhos para adaptá-las ao seu negócio.

Em muitos casos, este trabalho se torna difícil de administrar. Os departamentos de marketing não conseguem conciliar todas as suas demandas com a busca incessante pela inovação que esta área pede. Por conta disso, várias empresas optam por contratar agência de marketing em vez de estruturar um setor próprio voltado para isso.

No entanto, como saber qual o melhor caminho para o seu caso? Para ajudar nisso, reunimos a seguir os melhores argumentos a favor de ambos lados para você tomar sua decisão.

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