6 maneiras de ganhar dinheiro com o mundo pet

Aqui em casa temos três gatos. Na verdade são um gato e duas gatas: Francisco, Lola e Cássia. Embora eu e a Bella (que também é gata mas, no caso, é minha namorada) nos consideremos ‘lights’ no trato que damos aos nossos pets não há como negar que cuidar deles envolve, além de muita atenção e carinho, um significativo investimento mensal. A matéria abaixo do Uol traz algumas informações interessantes sobre este mercado que só cresce a cada dia. A matéria original você encontra clicando aqui.

Mesmo com a instabilidade da economia brasileira, uma das coisas das quais não abrimos mão é cuidar dos nossos animais de estimação. Não é à toa que o mercado pet é um dos que mais crescem atualmente.

Estima-se que existam cerca de 27,9 milhões de cachorros, 12 milhões de gatos e 4 milhões de outros animais no Brasil. O nicho gerou um faturamento de mais 18 bilhões de reais em 2016. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Entre os serviços mais contratados estão os relacionados a comida para animais (67%), serviços (16,7%), cuidados com os pets (8,1%) e veterinários (7,8%).

>> Leia também 4 dicas para montar um pet shop virtual

Apesar de o mercado ser promissor, fazer mais do mesmo pode não ser uma boa alternativa, e, por isso, muitas marcas estão investindo em negócios voltados para o mercado pet, mas com conceitos diferentes.

Conheça alguns deles e se inspire para montar seu próprio negócio!

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Pedreiro anda até 40 km por dia para entregar cartões improvisados em folha de caderno

 

Sem dinheiro para fazer e imprimir o currículo, Donizete Pereira resolveu oferecer os serviços de porta em porta nos bairros de Bauru. Esforço dele repercutiu nas redes sociais.

Depois de ficar dois meses desempregado, com aluguel atrasado e muitas vezes sem ter o que comer, o pedreiro Donizete Pereira resolveu sair de porta em porta em busca de uma oportunidade de emprego nos bairros de Bauru (SP).

Sem dinheiro para fazer e imprimir currículos, ele improvisou cartões de visitas. Escritos à mão pela mulher dele em uma folha de caderno, os cartões com o contato do pedreiro foram distribuídos em caixas de correio de centenas de casas.

“Tinha dias que eu escrevia 50, 100, 150 cartõezinhos e saía ele e a minha filha distribuindo por aí”, conta a esposa Gislaine Therezinha da Silva. Com os papeizinhos no bolso, o pedreiro percorria até 40 km por dia.

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“BORRACHARIA CHIQUE” APOSTA EM FUNCIONÁRIO COM UNIFORME ELEGANTE E ATENDIMENTO PERSONALIZADO

É fascinante vermos experiências transformadoras que utilizam as técnicas de Marketing como a relatada pelo Leandro Freitas na PEGN. De uma borracharia “velha, suja e fedorenta” como ele próprio diz, surgiu uma proposta de negócio diferenciado e muito original. Reinventar-se é preciso!

Leandro Freitas, 37 anos, trabalha há 23 anos como borracheiro. Estava satisfeito com os resultados de sua oficina no bairro de Santa Luíza, em Vitória (ES), mas sentia que ainda faltava algo para melhorar a qualidade do seu negócio. “Percebi que poderia deixar o negócio com uma cara mais moderna e limpa, bem diferente das borracharias tradicionais”, afirma o empresário.

Mas antes de mudar a decoração de sua loja, Freitas viu que precisava se qualificar. “Me aprofundei bastante em pesquisas, fiz cursos, sessões de coaching e mentorias. Mudei minhas crenças e me senti preparado para investir nessa ideia.”

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Guia rápido do suporte ao consumidor 3.0

Escrito por Wittel

O Consumidor mudou e é claro que você percebeu, já que também é consumidor. Nós mudamos. Mudamos nossa maneira de comprar, nos tornamos mais exigentes e impacientes em relação ao atendimento, queremos produtos e serviços que atendam às nossas necessidades e expectativas. E queremos agora, do jeito mais rápido e eficiente possível. E se não conseguirmos, vamos pras redes sociais colocar a boca no trombone. Estamos preparados para atender este novo cliente? Leia abaixo uma matéria interessante do site Wittel.

Diante de um cenário em que consumidores estão cada vez mais integrados às tecnologias — e menos pacientes para tempo de respostas de atendimento —, empresas correm atrás de soluções que atendam essa demanda, indo além do SAC 3.0 e das redes sociais.

As relações entre consumidor, produto e empresas estão cada vez mais estreitas. Atualmente, a satisfação ou a insatisfação de um cliente com o produto/serviço comprado é facilmente divulgada em diversos canais de comunicação e, em alguns casos, pode tomar proporções incontroláveis.

Tal fator pode ser de grande valia para as empresas quando a avaliação de seus produtos é positiva. Entretanto, quando negativa, o estrago para a imagem e reputação dessa mesma empresa também é enorme.

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COMO CRIAR UMA MARCA PARA SUA EMPRESA (SEM FALIR)

A Marca de uma empresa é o seu maior patrimônio. Entretanto, é comum os empreendedores, em meio às tantas tarefas e desafios de abrirem um negócio, não darem a devida importância não só à criação da marca propriamente dita mas, principalmente, ao seu posicionamento no mercado onde atua. Veja abaixo um artigo muito interessante sobre construção de marca de autoria do site freelogoservices.com

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GETTY IMAGES

Saber como criar uma marca para sua empresa, também conhecido como branding, é a base de uma boa estratégia de vendas, pois te diz quem segmentar e como apresentar seus produtos.

Quando apresentados a escolhas, os clientes rapidamente descartam os produtos que não se encaixam em suas expectativas.

Criar uma marca para sua empresa coloca combustível no seu discurso de vendas. O branding é a soma de tudo o que você faz e a experiência que você cria para os clientes.

As pessoas compram mais frequentemente contigo se elas acreditam nos valores da sua marca e confiam que você faz bons produtos.

Diferentemente de grandes empresas, você não tem que gastar muito dinheiro para construir fidelidade. Criar uma marca é cumprir as suas promessas.

Como um proprietário de pequena empresa, você possui a vantagem de conhecer os seus clientes e conversar com eles um a um.

Se você quer que os seus clientes continuem voltando, aqui está como criar uma marca para a sua empresa com um orçamento apertado.

Refine a sua identidade de marca

As empresas de todos os tamanhos podem ter sucesso no mesmo mercado, pois elas servem a pessoas diferentes. Se você dá personalidade a sua marca, você atrai clientes que gostam do que você faz.

Faça uma análise SWOT para descobrir o que faz a sua empresa única, e considere os seguintes pontos:

  • Forças: Liste traços e habilidades que te dão uma vantagem sobre os seus competidores. Você possui conhecimento especializado? Materiais de alta qualidade? Métodos de produção ecológicos?
  • Fraquezas: Liste áreas onde você pode melhorar e traços que te colocam em desvantagem. Os seus preços são maiores que os da concorrência? Você possui uma menor seleção de produtos? Tempos de entrega mais longos? Grandes lacunas de experiência? Limitações financeiras?
  • Oportunidades: Pense em formas que você pode usar as suas forças para criar uma melhor experiência do cliente que os seus concorrentes. Você oferece serviços que não estão prontamente disponíveis em sua área? Você oferece mais flexibilidade e conveniência?
  • Ameaças: Liste obstáculos externos que poderiam te atrapalhar em alcançar metas de negócios. Pense a respeito de tendências na indústria ou economia que poderiam ferir o seu negócio. Continue Reading

“Não adianta gastar com propaganda e não cuidar do PDV”

Opinião é de Luiza Helena Trajano, fundadora do Magazine Luiza, que debateu a importância do PDV ao lado de Renata Moraes, do Grupo CRM

Bárbara Sacchitiello em Meio e Mensagem

25 de outubro de 2017 – 16h30

Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, participa de painel ao lado de Renata Moraes, CMO do Grupo CRM (Crédito: Divulgação)

Ter uma relação próxima e duradoura com os consumidores é o maior anseio de grande parte das marcas de varejo. Por essa razão, as empresas do setor geralmente figuram entre as campeãs de investimento em publicidade. Mas adianta investir dinheiro em construir uma percepção positiva se na hora em que o cliente vai até a loja ele se depara com problemas e decepções?