Nostalgia está no coração de marcas e consumidores

Que a onda retrô voltou com tudo não há dúvida. Por todos os lados o que se vê é um verdadeiro ‘revival’ de produtos, músicas, roupas, brinquedos e até mesmo cortes de cabelo. Veja abaixo uma matéria muito interessante sobre o tema publicada no site da revista Meio & Mensagem.

Para despertar o saudosismo de antigos clientes e conquistar novos fãs, empresas relançam produtos e resgatam seus valores retrô.

Por Karina Julio (veja a matéria original no site da M&M clicando aqui)

7 de março de 2017

Surpresa-OvodePascoa

Nestlé relançou o chocolate Surpresa em edição limitada de ovo de Páscoa (crédito: divulgação)

lembrança daquele produto que todo mundo comprava na infância ou que há muitos anos desapareceu das gôndolas é a nova carta na manga para as marcas. Num mundo tomado pela tecnologia e inovação, a nostalgia e o resgate de elementos antigos ganharam um novo valor, e o marketing não fica de fora. Os últimos meses foram marcados, por exemplo, pelo lançamento de um novo console da Nintendo, o relançamento do chocolate Surpresa e uma nova versão do Nokia 3310 – sim, aquele do jogo da cobrinha.

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Os ensinamentos de Anitta sobre branding

Você pode até não ser fã da Anitta mas não há negar que ela trabalhe muitíssimo bem o seu branding. Em seu processo de construção de marca, a cantora mescla frequência, inovação e visão multiplataforma; sua última ação foi espalhar peças de xadrez pelo Brasil

Veja a matéria de Luiz Gustavo Pacete em sua versão original na M&M clicando aqui.

4 de setembro de 2017 – 7h26

Peças de xadrez com a marca da cantora foram espalhadas por várias cidades brasileiras

No mês de maio, o lançamento do clipe Paradinha, de Anitta, e sua aparição no programa The Tonight Show, de Jimmy Fallon, inaugurava uma nova fase da carreira da cantora em um processo de construção de marca internacional. Na ocasião, a parceria com a marca Cheetos, da PepsiCo, e com a Samsung, que apareceram com ações no clipe, também chamava a atenção do mercado publicitário para oportunidades em relação a sua imagem.

Anitta todo mês é estratégia recomendada pelo YouTube

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8 regras básicas para um cartão de visitas elegante

POR RODRIGO CAPELO EM GQ

Tudo depende das características da pessoa, da empresa e do mercado em que elas estão inseridas, mas o bê-a-bá é quase sempre o mesmo para não passar uma imagem negativa

Cena de "Psicopata Americano" (Foto: Reprodução)

O cartão de visitas é um minicurrículo. Em encontros profissionais, reuniões ou eventos, é ele que causa a primeira impressão sobre você, que te identifica  e que pode abrir oportunidades para tua carreira ou para tua empresa. Elegância, neste caso, é decisiva.
O que pega bem e o que pega mal varia de caso para caso. Tenha em mente o seguinte: tudo depende da sua identidade, da forma como sua empresa se apresenta e do mercado no qual ela está inserida. Uma mente criativa de uma agência de publicidade tem mais liberdade para inovar em cores e ilustrações. Para um advogado de um escritório, sobriedade é essencial.

Também conta quem vai receber o cartão. Se for um jornalista, alguém que acumule pilhas, um cartãozinho ou um cartãozão podem atrapalhar. “Tudo depende dessas caraterísticas”, avalia Maria Paula Teixeira Flocke, sócia-diretora da Casa das Três Design Estratégico, agência especializada em branding. Um trabalho de construção de marca, que evidentemente envolve muito mais do que a confecção do cartão de visitas, custa entre R$ 60 mil e R$ 300 mil.

Mas há algumas regrinhas que valem para a maioria dos casos. Conversamos com Célia Leão, consultora em etiqueta empresarial, e montamos um bê-a-bá do cartão de visitas.
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Virei publicitário, e agora?

Recém-formados comentam os desafios e oportunidades daqueles que se preparam para chegar ao mercado

Luiz Gustavo Pacete em Meio e Mensagem

10 de julho de 2017 – 7h59

Por décadas, o curso de Publicidade e Propaganda esteve entre os mais procurados nos principais rankings. Nos últimos sete anos, chegou a perder posições, mas continua sendo um dos ofícios preferidos pelos jovens. Das profissões mais concorridas da Fuvest em 2017, o curso ficou em quarto lugar, atrás de Relações Internacionais, Psicologia e Medicina. Com cada vez mais alunos se formando e um mercado que muda cada vez mais rápido, é natural que surjam vários questionamentos pelos recém-formados. O que fazer agora?

Janaina Martins, analista de mídias sociais e CRM na SalveTribal Worldwide, formada em publicidade na Faculdade Zumbi dos Palmares, conta que durante o estágio de publicidade não fica muito claro, em alguns casos, o peso da responsabilidade de um funcionário efetivo. “Quando você ingressa como funcionário se depara com uma rotina de trabalho diferente, mais ampla e com atividades mais exigentes”, diz Janaina.

“Por mais fantasioso que seja, saímos da faculdade com a intenção de mudar o mundo por meio da comunicação. Quando entramos pela primeira vez numa agência esse pensamento é confrontado, muitas vezes, pelos diferentes valores da agência e cada cliente”, conta Janaina. A profissional ressalta que o mercado publicitário é amplo, mas o profissional precisar saber como se vender. “Estudar como ele vai apresentar numa entrevista, aquele fator diferencial que combine com os valores do local e faça ele sair na frente. A publicidade está em muitos lugares e o mercado procura gente com vontade de fazer parte do time e dar o seu melhor”, diz Janaina.

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“Não adianta gastar com propaganda e não cuidar do PDV”

Opinião é de Luiza Helena Trajano, fundadora do Magazine Luiza, que debateu a importância do PDV ao lado de Renata Moraes, do Grupo CRM

Bárbara Sacchitiello em Meio e Mensagem

25 de outubro de 2017 – 16h30

Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, participa de painel ao lado de Renata Moraes, CMO do Grupo CRM (Crédito: Divulgação)

Ter uma relação próxima e duradoura com os consumidores é o maior anseio de grande parte das marcas de varejo. Por essa razão, as empresas do setor geralmente figuram entre as campeãs de investimento em publicidade. Mas adianta investir dinheiro em construir uma percepção positiva se na hora em que o cliente vai até a loja ele se depara com problemas e decepções?

5 dados relevantes sobre Marketing de Conteúdo no Brasil em 2017

Saiba como as empresas brasileiras estão fazendo Marketing de Conteúdo e obtenha insights a partir da pesquisa Content Trends, respondida por 3650 pessoas de todo o país.

O que esperar do Marketing de Conteúdo em 2017? E como as empresas brasileiras têm utilizado a metodologia? Para responder a questões como essas, a Rock Content lançou a terceira edição da pesquisa Content Trends, que contém informações para empresas que desejem alcançar sucesso com o Marketing de Conteúdo.Realizada por meio de um questionário online entre os dias 2 e 16 de maio de 2017, o questionário contou com a participação de 3650 respondentes de todo o país. O formulário foi enviado para 80.000 pessoas e promovido nas redes sociais da empresa.A primeira edição da Content Trends, em 2015, ajudou a conhecer mais sobre as estratégias de Marketing de Conteúdo — na época, os estudos sobre o mercado ainda eram pouco explorados no Brasil. Já na segunda edição, o foco era entender as tendências dessa prática no país e como a sua adoção evoluiu ao longo dos anos.Nesta terceira edição, a pesquisa retoma alguns resultados já conhecidos nas versões anteriores, e explora mais a fundo algumas informações para oferecer um estudo mais completo.O segmento de agências de marketing/publicidade foi o que apresentou maior taxa de participação dos respondentes da pesquisa (31,2%). Negócios na área de educação e software/cloud/SaaS também representaram uma presença significativa no estudo, com 10,3% e 8,9%, respectivamente.Separamos 5 tendências apontadas pela pesquisa, que pode ser baixada na íntegra neste link. Continue Reading

Menos marca e mais “customer experience”. O fim da fidelidade às marcas?

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Por Adriano Araújo – Diretor-Geral da Symphony EYC no Brasil (veja a matéria original no site Meio e Mensagem)

Consumidores estão cada vez mais fiéis a experiências. Menos marca e mais “customer experience”.

10 de outubro de 2017 – 16h55

Os consumidores estão mesmo ficando menos fiéis às marcas? As evidências ainda não são conclusivas, mas algumas mudanças de comportamento devem preocupar a todos nós, profissionais de marketing.

Um estudo recente com as cem maiores marcas de bens de consumo nos Estados Unidos mostrou que 90 delas demonstraram perda de market share. Isso mesmo: 90% delas enfrentam problemas no mercado.

Sabemos também que a atitude em relação a este contexto varia de acordo com a geração. Os millennials (de 19 a 35 anos) tendem a valorizar mais o preço do que a marca, mas nem tudo é uma questão de ser apenas o mais barato. Existe a busca mesmo do “value for money”.

Isso significa que os millennials não são fiéis? Talvez não. Sessenta e nove por cento deles participam de pelo menos um programa de fidelidade e se dizem felizes com ele.

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Contratar uma agência de Marketing ou investir numa equipe interna?

Contratar agência de Marketing ou investir em uma equipe interna?

O marketing digital transforma-se em alta velocidade. De forma sempre dinâmica, pode transformar conceitos do dia para a noite e trazer novas ideias para os holofotes. É o papel dos profissionais de marketing, portanto, captar estas novidades e saber os melhores caminhos para adaptá-las ao seu negócio.

Em muitos casos, este trabalho se torna difícil de administrar. Os departamentos de marketing não conseguem conciliar todas as suas demandas com a busca incessante pela inovação que esta área pede. Por conta disso, várias empresas optam por contratar agência de marketing em vez de estruturar um setor próprio voltado para isso.

No entanto, como saber qual o melhor caminho para o seu caso? Para ajudar nisso, reunimos a seguir os melhores argumentos a favor de ambos lados para você tomar sua decisão.

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Seja bem vindo ao “Marketing para o seu Negócio”!

Olá! Eu sou Vinicius Sette, publicitário, profissional de Marketing e redator. Além de divulgar o meu trabalho (dê um clique no Menu acima e veja como eu posso ajudar você e sua empresa), o objetivo aqui é compartilhar a maior quantidade possível de boas práticas relacionadas ao Marketing. Práticas com potencial para fazer o seu negócio crescer cada vez mais, seja ele um carrinho de pipoca ou uma grande empresa. E, embora o Marketing Digital (aquele que envolve a Internet e todas as suas inúmeras possibilidades) venha cada vez mais se destacando no universo da publicidade, não vamos deixar de lado o bom e velho Marketing tradicional. Aproveite o espaço para contribuir, sugerir, comentar e discutir tudo que julgar relevante! Vamos lá?