7 tendências de Marketing Digital para 2018: as estratégias e tecnologias que ganharão força no ano

E aí, preparado para inovar em 2018? Reunimos algumas das novidades que, de acordo com grandes especialistas no assunto, serão tendência no ano; confira a matéria da Resultados Digitais abaixo ou clicando aqui.

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Entra ano, sai ano, o Marketing Digital é influenciado por diversas tendências de inovação que vão surgindo. Praticamente todos os dias, vemos novas tecnologias e conceitos surgirem e acrescentarem novas ideias ao mercado.

Das mais simples e populares às mais complexas e exclusivas, essas ideias vão, aos poucos, sendo implementadas por diversas empresas, mas os negócios que mais costumam se beneficiar são aqueles que saem na vanguarda do surgimento das novidades, aproveitando essas tendências assim que elas aparecem.

Nos últimos tempos, por exemplo, na contramão do enorme volume de informação que está sendo gerado no mundo, surge um contramovimento que busca a simplificação e a volta ao essencial.

Conteúdos mais diretos, menor volume — mas com mais relevância —, melhor gestão da informação, comandos por voz e a tecnologia como forma de assistência na organização dessas informações, principalmente, para facilitar os processos que podem ser automatizados são algumas das tendências que vêm aparecendo.

Reunimos algumas das novidades que, de acordo com grandes especialistas no assunto, serão tendência em 2018. Mas, mais do que estar de olho nas novas tecnologias, é necessário prestar atenção à evolução do comportamento humano, que conduz a todas essas evoluções na tecnologia — e no Marketing Digital.

1. Conteúdo mais relevante, em menor quantidade

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As empresas vêm reconhecendo a importância de fazer Marketing de Conteúdo e é provável que teremos cada vez mais empresas investindo nessa estratégia.

Sendo assim, como se diferenciar?

Para a especialista em conteúdo, Ann Handley, uma das maneiras é criar conteúdo em menor quantidade, porém mais eficiente.

“Os principais pontos são: 1) qualidade é importante e 2) não precisamos de mais conteúdo. Precisamos de conteúdo mais relevante.” (Ann Handley)

Em resumo, os responsáveis pelo conteúdo precisam ser mais estratégicos sobre que tipo de conteúdo publicar, olhando mais para o tipo de conteúdo que traz volume de resultado e que esteja alinhado com a jornada de compra.

“Comece focando em como você pode ser importante para as pessoas que está tentando atingir. Empresas têm essa ideia de que precisam fazer tudo, apelar para todos, mas não precisamos. É muito mais efetivo se focarmos em quem interessa.” (Ann Handley)

A otimização de conteúdos já existentes também ganhará força. Isso evita o retrabalho e ajuda você a estar sempre alinhado com as atualizações dos algoritmos dos mecanismos de busca.

2. Automatização do Conteúdo

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Estamos bastante acostumados a trabalhar com automações. Nosso software de Marketing Digital e vendas, o RD Station Marketing, está no mercado desde 2012 oferecendo soluções de automação de marketing, entre outras funcionalidades.

Mas e se pudéssemos ir além e automatizar não só as entregas, mas também a produção?

É aqui que entra essa forte tendência que é a automatização de conteúdo aliada à inteligência artificial.

Alguns testes já foram feitos. O jornal Le Monde, por exemplo, usou automação nas eleições departamentais de 2015. Os franceses utilizaram um software que produziu 150 mil textos curtos durante 4 horas (625 notícias por minuto).

Outro exemplo é da agência Associated Press. Antes da automação, os jornalistas econômicos publicavam notícias sobre resultados trimestrais de companhias americanas cerca de 15 a 20 minutos após a divulgação dos relatórios, e cada texto continha, em média, 130 palavras. Com a automação, os textos começaram a ser publicados 1 minuto após a divulgação do resultado e com 500 palavras.

Podemos então deixar tudo nas mãos de robôs? É o fim dos produtores de conteúdo?

Definitivamente não.Primeiro porque há o insubstituível fator humano no conteúdo. Pelo menos até então, os humanos conseguem criar textos mais sofisticados e que proporcionaram uma melhor experiência de leitura para as pessoas.

Também somos mais criativos (ao menos por enquanto) do que qualquer software de inteligência artificial e temos muito mais empatia.

Contudo, funções muito repetitivas, pouco criativas e exclusivamente baseada em dados deverão em um futuro breve ser delegadas para robôs. É impossível competirmos com a máquina em termos de velocidade, custo e quantidade de conteúdo gerado.

Devemos começar a pensar em maneiras de unir a força e o talento do produtor de conteúdo com a velocidade do software para que o trabalho seja complementar. Veremos em breve novas funções sendo criadas, como a do editor de Inteligência Artificial.

3. Chatbot

chatbot ecommerce

Falando em Inteligência Artificial, outra das tendências para 2018 que está muito relacionada a esse conceito é o chatbot.

Mas, afinal, o que é um chatbot?

Quando pensar no o que é um chatbot, lembre-se da Siri, da Apple. Ela consegue fazer várias coisas, como ligar para alguém da sua agenda, programar um alarme, contar uma piada, fazer pesquisas na internet… Mas você não consegue ensinar algo para ela, certo?

Ou seja, chatbot é um programa de computador que faz o que é programado, simulando uma conversa humana, e nada mais além disso. Dessa forma, conseguimos automatizar tarefas repetitivas e burocráticas, o que nos deixa livres para resolver problemas mais complexos.

O que muitas empresas estão fazendo é escolher alguns processos (como venda, consulta de pagamentos ou dúvidas frequentes) para colocar em um fluxograma, estruturar na forma de diálogo e cadastrar dentro de uma ferramenta apropriada.

Mas, onde entra a inteligência artificial?

Existem muitas maneiras de perguntar a mesma coisa, e quando você faz a configuração não consegue colocar todas no sistema.

No entanto, o chatbot com inteligência artificial faz com que, mesmo perguntando de uma forma não programada, você obtenha respostas corretas.

A inteligência artificial usada nos bots comercializados pode funcionar de formas diferentes, e você precisa ter atenção na hora de escolher aquela que é ideal para sua necessidade. Algumas possuem um algoritmo próprio e outras usam a AI externa, como Watson (IBM) ou Google AI.

Se você não tem um grande volume de interações, existem ferramentas gratuitas em que você pode fazer o seu chatbot e integrá-lo com suas ferramentas.

Veja aqui como integrar chatbots com o RD Station.

Existem diversos usos para o chatbot. Assim que você escolher um objetivo para o seu, liste os pré-requisitos que a ferramenta de bot deverá ter. Assim você consegue descartar as opções de forma mais fácil.

Para entender as possibilidades veja como algumas empresas estão usando chatbots.

A Natura escolheu o objetivo de realizar vendas pelo Facebook. Já a Avon fez um bot voltado para futuras e atuais revendedoras, enquanto na Localiza Hertz você consegue alugar o veículo pela fan page.

No mundo da moda, os chatbots também são amplamente utilizados. A Burberrylançou seu chatbot no Facebook durante a London Fashion Week 2016, mostrando looks para inspirar os usuários e apresentando possibilidades de interação com imagens e GIFs para estimular a compra de peças das últimas coleções do evento.

Aqui no blog da Resultados Digitais também estamos usando um bot. Se você está lendo este texto provavelmente viu nosso bot no canto inferior direito da tela. Converse com ele para receber recomendações gratuitas de conteúdo sobre Marketing Digital 🙂

4. Transmissões ao vivo

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Se você acompanhou o que foi apontado como tendência de Marketing Digital nos últimos anos, sabe que o vídeo foi um formato que apareceu com frequência nas listas de apostas. Será que é correto dizer, então, que o vídeo continua sendo uma novidade?

Para o especialista em YouTube, Camilo Coutinho, o vídeo não é mais uma tendência, mas uma estratégia consolidada, e quem ainda não fez já está atrasado.

Ele compara a evolução do formato de vídeo no Marketing Digital com o desenvolvimento dos telefones celulares. E acredita que, no Brasil, quando se fala em vídeo ainda estamos na época do Nokia tijolão. “Ainda falta um pouco para chegarmos no iPhone”, compara.

E o que falta para chegar lá? Especialistas concordam que, neste ano, o formato de vídeo deve dar alguns passos: a aposta mais citada são as transmissões ao vivo, ou lives. É que depois de assistir a um vídeo, as pessoas querem interagir com quem fala na tela, e as transmissões ao vivo permitem isso.

Ferramentas de transmissão ao vivo já estavam disponíveis no YouTube e, mais recentemente, chegaram também ao Facebook e ao Instagram. Essa grande disponibilidade de ferramentas facilita a vida de quem deseja começar.

Outra vantagem é a de que as lives não exigem tanta infraestrutura. Pode-se começar com um computador ou celular e, depois, colocar acessórios, como microfones e iluminação, até chegar em um estúdio. Camilo Coutinho acredita que o mais importante é não deixar para amanhã:

“Todo mundo fala que é o ano do vídeo mas ninguém coloca a mão na massa. Se no seu mercado ainda ninguém faz, você pode se diferenciar. Esse é o momento de começar para daqui a dois, três anos para já estar bem colocado.” (Camilo Coutinho)

Em 2017, Facebook e Instagram deixaram claro que pretendem focar cada vez mais no formato audiovisual. Para o especialista em Facebook Ads, Fábio Prado Lima, essa é uma tendência que chega também aos anúncios. Posts patrocinados têm surgido também no Instagram Stories e em vídeos monetizados no Facebook e devem continuar ganhando espaço.

Realidade virtual

Uma das principais utilidades do vídeo nos próximos anos será na realidade virtual, com o principal objetivo de auxiliar na decisão de compra, pois a tecnologia permite visualizar melhor um produto ou serviço. É possível, por exemplo, simular como uma piscina vai ficar no quintal da sua casa antes de construí-la de fato.

O especialista em tendências digitais, Edney Interney, conta que imobiliárias também já têm utilizado essa tecnologia para que as pessoas vejam o interior de um apartamento remotamente antes de alugá-lo.

Na educação, é usada na formação de médicos, que podem estudar anatomia com corpos virtuais, e a tendência é que em breve seja adotada por outras áreas da educação, inclusive o ensino a distância.

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