8 regras básicas para um cartão de visitas elegante

POR RODRIGO CAPELO EM GQ

Tudo depende das características da pessoa, da empresa e do mercado em que elas estão inseridas, mas o bê-a-bá é quase sempre o mesmo para não passar uma imagem negativa

Cena de "Psicopata Americano" (Foto: Reprodução)

O cartão de visitas é um minicurrículo. Em encontros profissionais, reuniões ou eventos, é ele que causa a primeira impressão sobre você, que te identifica  e que pode abrir oportunidades para tua carreira ou para tua empresa. Elegância, neste caso, é decisiva.
O que pega bem e o que pega mal varia de caso para caso. Tenha em mente o seguinte: tudo depende da sua identidade, da forma como sua empresa se apresenta e do mercado no qual ela está inserida. Uma mente criativa de uma agência de publicidade tem mais liberdade para inovar em cores e ilustrações. Para um advogado de um escritório, sobriedade é essencial.

Também conta quem vai receber o cartão. Se for um jornalista, alguém que acumule pilhas, um cartãozinho ou um cartãozão podem atrapalhar. “Tudo depende dessas caraterísticas”, avalia Maria Paula Teixeira Flocke, sócia-diretora da Casa das Três Design Estratégico, agência especializada em branding. Um trabalho de construção de marca, que evidentemente envolve muito mais do que a confecção do cartão de visitas, custa entre R$ 60 mil e R$ 300 mil.

Mas há algumas regrinhas que valem para a maioria dos casos. Conversamos com Célia Leão, consultora em etiqueta empresarial, e montamos um bê-a-bá do cartão de visitas.
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Virei publicitário, e agora?

Recém-formados comentam os desafios e oportunidades daqueles que se preparam para chegar ao mercado

Luiz Gustavo Pacete em Meio e Mensagem

10 de julho de 2017 – 7h59

Por décadas, o curso de Publicidade e Propaganda esteve entre os mais procurados nos principais rankings. Nos últimos sete anos, chegou a perder posições, mas continua sendo um dos ofícios preferidos pelos jovens. Das profissões mais concorridas da Fuvest em 2017, o curso ficou em quarto lugar, atrás de Relações Internacionais, Psicologia e Medicina. Com cada vez mais alunos se formando e um mercado que muda cada vez mais rápido, é natural que surjam vários questionamentos pelos recém-formados. O que fazer agora?

Janaina Martins, analista de mídias sociais e CRM na SalveTribal Worldwide, formada em publicidade na Faculdade Zumbi dos Palmares, conta que durante o estágio de publicidade não fica muito claro, em alguns casos, o peso da responsabilidade de um funcionário efetivo. “Quando você ingressa como funcionário se depara com uma rotina de trabalho diferente, mais ampla e com atividades mais exigentes”, diz Janaina.

“Por mais fantasioso que seja, saímos da faculdade com a intenção de mudar o mundo por meio da comunicação. Quando entramos pela primeira vez numa agência esse pensamento é confrontado, muitas vezes, pelos diferentes valores da agência e cada cliente”, conta Janaina. A profissional ressalta que o mercado publicitário é amplo, mas o profissional precisar saber como se vender. “Estudar como ele vai apresentar numa entrevista, aquele fator diferencial que combine com os valores do local e faça ele sair na frente. A publicidade está em muitos lugares e o mercado procura gente com vontade de fazer parte do time e dar o seu melhor”, diz Janaina.

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